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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Um ano essencial

28/12/2011

Confesso, esse foi sim o ano mais inaproveitável desde que me conheço por gente. Por outro lado, foi um ano decisivo. Decisivo, estimulativo, surpreendente e inesquecível.

Decisivo por ter enfim escolhido o que fazer da minha própria vida, por finalmente ter encontrado um rumo a seguir e, principalmente, saber do rumo que eu NÃO QUERO seguir.

Estimulativo por, no final das contas, ter me motivado a continuar, a manter meu objetivo inicial e, o principal, aceitar, sem reclamar, da minha atual condição.

Surpreendente por ter feito coisas que não imaginava que faria, ter dito coisas que jamais pensei que diria, conhecido e me envolvido com pessoas que normalmente não me envolveria, tomado atitudes que até então, não tomaria.
Surpreendente SIM. Um ano e tantas coisas e pessoas boas. Tantas histórias e recordações...
sem sombra de dúvidas, para sempre em mim.

Inesquecível.

Criei e desfiz amizades, assim, com a mesma facilidade com que se lê os dois verbos.
Conheci tão intimamente alguns amigos ao ponto de achá-los abomináveis e dispensáveis.
Criei laços indestrutíveis com pessoas insubstituiveis, aprendi o valor da paz e a dar valor a solidão.
Reafirmei alguns valores com a mesma coragem e intensidade com que deixei outros caírem por terra.
Descobri que é sim possível criar vínculos  com pessoas que não possuem nada em comum com você.
Aprendi o valor de um belo dia de sol, a importância de um céu limpidamente azul.
Entendi que as pessoas aparentemente mais fortes são as que mais sofrem, que dar o troco na mesma moeda é tão bom quanto não dar troco algum, e que sms é um vício doentio.

(Inacabado)

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